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António Francisco Borja SANTOS
(1889-1974)
Ester Caleya RIBEIRO
Fernando Elpídio Ribeiro Borja SANTOS, ®
(1924-2014)
Maria Helena

Ana Maria Borja SANTOS, ®

 

Relações da família

Cônjuges/Filhos:
Joaquim

Ana Maria Borja SANTOS, ®

  • Nascimento: Portugal
  • Casamento: Joaquim
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Símbolo  Eventos de relevo na sua vida:

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• Profissão: economista.

• Residência: Lisboa, , Lisboa, Portugal.

• Cargo, 2001. técnica do Ministério da Economia, foi chefe de gabinete do Ministro Mira Amaral e presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (2001-200?).

• Cargo: Presidente da Administração Regional de Saúde da região de Lisboa e Vale do Tejo, 2004, Lisboa, , Lisboa, Portugal. ( 21:13 / 10 de Maio 04 )

As más condições de vários centros de saúde na região de Lisboa pode levar ao encerramento de algumas unidades, admitiu a presidente da Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo, Ana Borja Santos.

12/5/2004

A presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Ana Borja Santos reconheceu existirem extensões - que actuam como pequenos centros de saúde - sem o mínimo de condições para funcionar e que o seu encerramento é "uma questão de gestão" que está a ser pensada, sem no entanto avança quais as que vão ser fechadas

Em Março 2005 - Directora Geral de Saúde da região de Lisboa e Vale do Tejo.

• Artigo na Imprensa / Notícia, 2 Jun 2006, Lisboa, , Lisboa, Portugal. 02/06/2006 Lisboa
A economista Ana Borja Santos integra o grupo de trabalho sobre economia familiar.
Foi o tema mais referido pelos participantes no Caso Portugal. Não, a compra de um par de sapa­tos mas a necessidade de as famílias in­troduzirem critérios de rigor e de auto­planeamento nas suas contabilidades.
Ana Borja Santos, que integra o grupo de trabalho da AESE sobre eco­nomia familiar, avança uma explica­ção: "Hoje a maioria das pessoas é confrontada com a necessidade de ela­borar um orçamento familiar. A crise económica leva a que as pessoas se or­ganizem de outra forma e façam a ges­tão dos seus recursos como se fossem uma pequena empresa".
Para esta economista, que fez toda a sua carreira na Função Pública, com lugares de relevo nos ministério da In­dústria, da Saúde e da Segurança So­cial, o orçamento familiar não é uma novidade: "Há cerca de 10 anos que eu e o meu marido introduzimos cri­térios de rigor na gestão dos nossos re­cursos e fazemos um orçamento fami­liar em que envolvemos as nossas fi­lhas. Sempre que existiam picos ines­perados na despesa, o meu marido pe­dia contas ao agregado familiar".
Ana Borja Santos considera que a principal vantagem deste exercício é estimular uma educação financeira das famílias, obrigando-as a planear as despesas, a encarar os recursos com mais rigor e a saber distinguir o que é essencial do que é acessório. Mas não só: "Acredito que se as famílias apren­derem a poupar e a gerir de forma mais planeada e racional, o país reti­ra desse facto grandes vantagens. Fa­mílias economicamente saudáveis fa­zem um país economicamente saudá­vel."
O grupo de trabalho da AESE so­bre economia familiar tem dois braços, um em Lisboa e outro no Porto, que vão produzir reflexão escrita sobre as boas práticas da despesa e a elabora­ção do orçamento familiar. O tema será apresentado numa sessão de con­tinuidade da escola de negócios e no plenário do Caso Portugal que decor­rerá no final deste ano. Entretanto, os alunos da AESE serão desafiados a pre­pararem orçamentos familiares e a apresentarem resultados dentro de oito meses.
A importância deste debate é evi­dente face aos níveis de endividamen­to das famílias portuguesas. Na pes­quisa que o grupo de trabalho tem rea­lizado surgiram algumas conclusões de estudos académicos que poderão ser­vir como referenciais: endividamento a partir de 35% do rendimento deve obrigar a controlar gastos de consumo e a poupança projectada das famílias deve atingir seis meses de rendimento líquido.
Ana Borja Santos, que fez 15° Pro­grama de Alta Direcção (PADE) da AESE sublinha, também, o facto de em Portugal se referir a questão do endi­vidamento das farnflias mas se ignorar, muitas vezes, a temática da educação financeira. "É verdade que algumas en­tidades financeiras colocam aos cida­dãos verdadeiras armadilhas para con­sumir".
Não compreendo, por exemplo, por que razão alguns bancos são exi­gentes na avaliação dos rácios de endi­vidamento dos seus funcionários, quando estes solicitam um crédito, e não o são com os seus clientes? Ou seja, porque é que os pedidos são ava­çados com base em critérios correntes e apertados mas, por vezes, os critérios comerciais é que se sobrepõem ao ri­gor da avaliação? Ou por que razão as pessoas recebem na caixa de correio um cheque passado no seu nome para efectuar uma despesa?".
E conclui: "O Estado tem um pa­pel educador e regulador que deve exercer. A educação financeira é fun­damental para que as pessoas tenham a capacidade para decidir sobre os ní­veis do seu endividamento."

Autor | Miguel Coutinho
Fonte | in Jornal de Negócios, Empresa, 2 de Junho de 2006, p. 51.


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Ana casou com Joaquim.


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