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Simão José BARBOSA
(1801-1875)
Ana Joaquina de Medina e VASCONCELOS
(1801-1881)
Manuel Barbosa ANDRADE
(1809-1892)
Isabel Caetana Nozolini ROIZ
(1819-1851)
António José BARBOSA, ®
(1840-1903)
Luísa Barbosa de ANDRADE, ®
(1850-1875)

José Nozolini BARBOSA, ®
(1869-1923)

 

Relações da família

Cônjuges/Filhos:
1. Maria LUSANO, ®

José Nozolini BARBOSA, ®

  • Nascimento: 13 Jun 1869, N. Senhora da Conceição, São Filipe, Fogo, Cabo Verde 1
  • Baptizado: 8 Out 1871, N. Senhora da Conceição, São Filipe, Fogo, Cabo Verde 1
  • Casamento (1): Maria LUSANO, ®
  • Óbito: 4 Set 1923, Lisboa, , Lisboa, Portugal com 54 anos de idade
  • Sepult.: Set 1923, Lisboa, , Lisboa, Portugal
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Símbolo  Notas sobre o nascimento:

Sao Filipe, Fogo / Cabo Verde


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Símbolo  Eventos de relevo na sua vida:



• Foto meia idade.



• Nota biográfica: Membro do directório da revolução Pt de 1910, 1910-1923, Portugal. 2 Foi ministro das colónias do governo do Dr. António José de Almeida e foi Presidente do Conselho Superior das Finanças. Tomou parte activa nos trabalhos preparatórios da revolução de 1910, de cujo directório fez parte, e proclamada a republica o Governo nomeou-o Director e Secretario Geral do Ministério do Interior. Fez parte de varias legislaturas como deputado.

Desde os seus tempos de estudante, em que cursava a Escola Politécnica, que aderira ao ideal republicano tornando-se um ardente propagandista e defensor das suas ideias. Aos 22 anos foi um dos implicados no frustrado movimento revolucionário de 31 de Janeiro de 1891 o que lhe valeu o exílio. Foi um dos fundadores do jornal A Pátria, em cujas páginas atacou violentamente a monarquia o que o levou várias vezes à barra dos tribunais e, por fim, em 1894, ao exílio. Emigrou para a França onde foi correspondente de jornais brasileiros em Paris e mais tarde foi para o Brasil, radicando-se na cidade do Rio de Janeiro.. Em 1908 voltou para Portugal e tomou parte activa na preparação da revolução de 5 de Outubro. Proclamada a República os comités revolucionários chamam-no a Portugal, onde é-lhe oferecido um lugar no Directório.

Único natural de Cabo-Verde que foi deputado (por Lisboa) às Constituintes de 1911, nelas defendeu um projecto de regime presidencialista. Esta Assembleia Constituinte considerou-o em 30 de Junho de 1911 Benemérito da Pátria. Sendo, juntamente Manuel de Saint Maurice, os únicos naturais de Cabo-verde que tiveram nessa altura esta honra.

Foi cortejado pelos grandes partidos mas preferiu ingressar num pequeno partido, o partido Unionista. Desde o início do novo regime foram-lhe oferecidas várias pastas ministeriais e posições vantajosas no Ultramar, como sejam a de Alto Comissário de Angola e de Moçambique e embaixadas no estrangeiro mas recusa quase tudo que o afastasse de Lisboa. No entanto, aceitou ser ministro das Colónias no governo de Álvaro de Castro e foi encarregado pelo governo português para conduzir negociações secretas com os governos aliados (França e Estados Unidos) sobre assuntos ligados com a marcha da guerra. A partir de Junho de 1916 foi director do jornal lisboeta A Lucta substituindo Brito Camacho que deixara o lugar em virtude da mobilização para a França aquando da I Guerra Mundial. Como jornalista, fugindo ao espírito da época, "ataca, mas não insulta; argumenta, mas não conspurca." Era presidente do Conselho Superior de Finanças quando faleceu.

• Nota biográfica. Segundo o livro "Genealogia da Família Medina e Vasconcelos" José Barbosa foi Jornalista e político, que entrou na Revolução do Porto, de 1891.
O livro "Genealogia das Famílias Araújo, Barbosa, etc" de Armindo Fontes Barbosa, José Barbosa entrou na Revolução do Porto para a implantação da República, foi Ministro das Colónias.
O historiador Verissimo Serrão na sua "História de Portugal", vol.XII, p.227, regista que José Barbosa [1869-1923] foi funcionário público, perito em questões financeiras e ultramarinas, foi membro do Directório da República de 1910, participou na Revolução de 5 Outubro de 1910, deputado às Constituintes, do Partido Evolucionista, presidente do Conselho Superior de Finan§as, Ministro das Colónias no segundo gabinete de Domingos Pereira (1920).

Foi ministro das colónias do governo do Dr. António José de Almeida e foi Presidente do Conselho Superior das Finanças. Tomou parte activa nos trabalhos preparatórios da revolução de 1910, de cujo directório fez parte, e proclamada a Republica o Governo nomeou-o Director e Secretario Geral do Ministério do Interior. Fez parte de varias legislaturas como deputado.
Desde os seus tempos de estudante, em que cursava a Escola Politécnica, que aderira ao ideal republicano tornando-se um ardente propagandista e defensor das suas ideias. Aos 22 anos foi um dos implicados no frustrado movimento revolucionário de 31 de Janeiro de 1891 o que lhe valeu o exílio. Foi um dos fundadores do jornal A Pátria, em cujas páginas atacou violentamente a monarquia o que o levou várias vezes à barra dos tribunais e, por fim, em 1894, ao exílio. Emigrou para a França onde foi correspondente de jornais brasileiros em Paris e mais tarde foi para o Brasil, radicando-se na cidade do Rio de Janeiro.. Em 1908 voltou para Portugal e tomou parte activa na preparação da revolução de 5 de Outubro. Proclamada a República os comités revolucionarios chamam-no a Portugal, onde é-lhe oferecido um lugar no Directório.
Único natural de Cabo-Verde que foi deputado (por Lisboa) às Constituintes de 1911, nelas defendeu um projecto de regime presidencialista. Esta Assembleia Constituinte considerou-o em 30 de Junho de 1911 Benemérito da Pátria. Sendo, juntamente Manuel de Saint Maurice, os únicos naturais de Cabo-Verde que tiveram nessa altura esta honra.
Foi cortejado pelos grandes partidos mas preferiu ingressar num pequeno partido, o partido Unionista. Desde o início do novo regime foram-lhe oferecidas várias pastas ministeriais e posições vantajosas no Ultramar, como sejam a de Alto Comissário de Angola e de Moçambique e embaixadas no estrangeiro mas recusa quase tudo que o afastasse de Lisboa. No entanto, aceitou ser ministro das Colónias no governo de Álvaro de Castro e foi encarregado pelo governo português para conduzir negociações secretas com os governos aliados (França e Estados Unidos) sobre assuntos ligados com a marcha da guerra. A partir de Junho de 1916 foi director do jornal lisboeta A Lucta substituindo Brito Camacho que deixara o lugar em virtude da mobilização para a França aquando da I Guerra Mundial. Como jornalista, fugindo ao espírito da época, "ataca, mas não insulta; argumenta, mas não conspurca." Era presidente do Conselho Superior de Finanças quando faleceu.

José Barbosa (1869-1923), jornalista fundador do jornal republicano Pátria viveu no exílio de 1894 a 1908, sucessivamente em Espanha, França e Brasil. Em 1910, o regime republicano nomeou-o director e secretário-geral do Ministério do Interior, sendo eleito deputado nas Eleições Constituintes de 1911. Aderiu ao Partido Evolucionista de António José de Almeida, tendo feito parte do gabinete de Álvaro de Castro como ministro das Colónias.


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José casou com Maria LUSANO, ®. (Maria LUSANO, ® nasceu em 1873 em Sevilha, Andaluzia, Espanha 3 e faleceu em †.)


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Fontes


1 "Divulgados por FamilySearch," registo nº de 181; Arquivo Histórico Nacional, Praia; clique aqui

"Cabo Verde, Registros Paroquiais, 1787-1957," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:3QSQ-G927-FKQM?cc=2246703&wc=SFVJ-923%3A1396421303%2C1396427201%2C1396461168 : 23 October 2014), Fogo > Nossa Senhora da Conceição > Batismos 1870-1878 > image 23 of 319; Arquivo Nacional de Cabo Verde (Cape Verde National Archives), Praia.

2 Pesquisa genealógica, Família Barbosa do Fogo; Ramo António José Barbosa. clique aqui.

3 Pesquisa genealógica, Família Barbosa do Fogo; Ramo António José Barbosa.

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