seta
António de Pádua Macedo BARBOSA, ®
(1923-2000)
Lucinda Mendes dos SANTOS, ®
João Manuel Branco da SILVA, ®
(1957-)
Isabel Maria dos Santos Macedo BARBOSA, ®
(1957-)

Mónica Sofia Barbosa Branco da SILVA, ®
(1977-)

 

Relações da família

Cônjuges/Filhos:
1. Ariel Rubin Martins da FONSECA, ®

Mónica Sofia Barbosa Branco da SILVA, ® 1

  • Nascimento: 20 Jul 1977, Lisboa, , Lisboa, Portugal 1
  • Casamento (1): Ariel Rubin Martins da FONSECA, ® a 16 Jun 2007 em Lisboa, , Lisboa, Portugal
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Símbolo  Notas sobre o nascimento:

Lisboa - Portugal


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Símbolo  Eventos de relevo na sua vida:

• Nota biográfica: no site brasileiro GlamaSet,,. Mónica Sofia Branco da Silva nasceu a 20 de Julho de 1977 na clínica de São Miguel em Alvalade, Lisboa, com 3, 650 quilos. Filha de Isabel Maria dos Santos Macedo Barbosa, natural de Cabo Verde, e João Manuel Branco da Silva, alentejano, a primeira recordação que tem de si própria remonta ao seu quinto aniversário. "Foi em casa dos meus avós e lembro-me de que havia muita gente à minha volta", recorda. Com o nascimento da irmã, Susana Isabel, aos dois anos Mónica mudou-se de Alvalade para a Graça e foi aí que cresceu. Apesar de ter sido o "brinquedo da casa" no princípio, garante não ter sentido ciúmes da irmã. "Pelo contrário, a minha mãe conta que assim que ela nasceu eu só me preocupava com a minha irmã", diz Mónica. Com personalidades diferentes - Susana mais tímida e introvertida, Mónica sempre exuberante e criativa - as duas irmãs não deixaram por isso de ser boas companheiras. É certo que Susana nunca foi pessoa de sair muito. "Mas quando conhece bem a pessoa, fala pelos cotovelos", graceja Mónica.

Mónica começou cedo a revelar veia artística. E um gosto enorme pelos desportos. Fazia teatrinhos e festivais da canção com os amigos e até decidiu criar os "Jogos Olímpicos" da sua rua, quando tinha oito anos. Quatro anos depois, foi mentora da sua primeira girlsband com outras meninas. Um grupo de bairro, mas que até fazia grande sucesso. Tinham idades compreendidas entre os oito e os 12 anos. "Agarrávamos em músicas conhecidas por exemplo do Rui Veloso e punhamos a nossa própria letra e até fazíamos coreografias". Na verdade, Mónica sempre gostou de cantar e decorava as letras das músicas com muita facilidade, mas nunca imaginou que viesse a fazê-lo um dia mesmo a sério.

Aprendeu a ler num externato só de meninas, onde foi formatada segundo rigorosos padrões morais - daí a sua religiosidade -, mas nem por isso se transformou em "betinha". Sempre bem disposta e com aquele sorriso largo que lhe conhecemos, fazia amigos rapidamente ao mesmo tempo que posava por brincadeira para um primo da mãe, que trabalhava em moda. Desportista, com gosto pelo canto e um crescente interesse pela moda, que a fazia sentir-se bem, claro está, Mónica começava a traçar, sem o saber, o rumo da sua vida profissional. Até porque nessa matéria, como quase toda a gente, também Mónica sonhou ser as mais variadas coisas: arquitecta, mulher polícia, bióloga marinha e até militar. "É verdade. Quando estava no 12º ano pensei mesmo ir à tropa", revela a manequim.

A Febre dos Rapazes

Aos 15 anos, começou a ter ordem de saída, para as famosas "matinés", mas nunca foi pessoa de chegar tarde. Pelo contrário, Mónica foi sempre muito certinha e obediente. Mas o vulcão criativo que tinha dentro dela mais tarde ou mais cedo a faria revelar-se. Foi o que sucedeu justamente nesse ano. Fascinada com as câmaras dos fotógrafos, pôs de lado os mil e um sonhos de criança e decidiu fazer um curso de manequins. A Central Models acolheu-a de imediato e Mónica começou a fazer uns trabalhos na área da moda, nos tempos livres, porque nesse tempo os estudos vinham primeiro. "Era uma aluna mediana. Gostava de tudo o que tinha a ver com desenho, artes e trabalhos manuais. Sempre gostei de línguas também. Mas odiava Matemática e Física", descreve.

Como qualquer outra adolescente, Mónica começava a descobrir-se. Passou pela fase mais ou menos heavy, foi meio rapper e chegou a construir uma cabana no quintal com os amigos onde faziam festas ao som de Nirvana. "Houve um Verão em que fui a febre dos rapazes. Era giro, mas nunca fui muito namoradeira. O meu primeiro namorado a sério foi um primo meu, tínhamos 15 anos. Durou um ano e meio e foi uma tristeza para a família. Todos gostavam dele, mas eu achava-me muito nova, queria aproveitar outras coisas".

Ainda assim, Mónica garante que nunca foi pessoa de "doideiras". "Nunca fui de beber muito (aliás, detesto pessoas embriagadas, pois são geralmente inconvenientes) nem experimentei quaisquer drogas. Nunca tive curiosidade e deixei mesmo de andar com certas pessoas por causa disso. Na minha casa, houve sempre diálogo sobre tudo, incluindo as drogas", comenta. "Na verdade, há tantas coisas boas na vida que fico com pena daqueles que não o conseguem perceber", acrescenta.

Refere-se aos colegas da moda? "Também", diz Mónica. "É claro que existe muita droga no mundo da moda. Há manequins que se transformam por completo. São maravilhosos na passerelle, mas fora dela são irreconhecíveis. Arranjam-se mal, dependem das mais variadas drogas. É com eles: quando um deve fazer aquilo que acha melhor", observa Mónica. Arredada de dependências, nem sequer fuma, ou não fosse ela uma viciada em desporto, Mónica confessa ter apenas um vício: o chocolate.

Acabou por não concluir o 12º ano, apesar de ter considerado a moda sempre como um hobbie. "Queria apenas fazer o meu trabalhinho e ganhar algum dinheiro com ele. Nunca aspirei ser uma top model ou ir para o estrangeiro", afirma. Mas as propostas de trabalho foram aparecendo e Mónica aceitando: catálogos, anúncios e alguns desfiles, que é o que mais gosta de fazer. "O problema é que não sou muito alta. Ainda assim, fui convidada várias vezes". Por quê? Mónica era já uma figura pública. A televisão faz desses milagres. Começou como assistente em "Negócio Fechado" e seguiu-se "Ai Os Homens!" com José Figueiras. "Os meus amigos achavam graça a tudo isto e eu nunca deixei que a fama me subisse à cabeça", afirma Mónica.

A Separação dos Pais

Aos 21 anos, Mónica viveu um dos momentos mais tristes da sua vida com a separação dos pais. "Ele viveles estavam felizes durante 25 anos, mas depois as coisas deixaram de funcionar entre eles. Foi difícil porque eles deram-se sempre bem. Em casa, nunca houve problemas de maior: não havia conflitos, não havia discussões. Mas tinha de ser. Foi uma coisa conversada. Já estava a par dos problemas deles e, de certo modo, preparada para a separação. Mas custa sempre ver uma mãe e um pai, um para cada lado", confessa a cantora. Segundo a manequim, os pais são pessoas completamente diferentes um do outro. "A minha mãe é uma pessoa muita activa, com aquele sangue africano. É uma espécie de General. O meu pai é mais calmo, ou não fosse ele alentejano. Era o homem que dava tranquilidade à casa e, de certo, era mais liberal do que ela", explica Mónica. "Tenho orgulho na educação que me deram. Passaram-me sempre a ideia de que devemos ser sempre muito justos e que devemos estar prontos a ajudar os outros. Eles são assim. A minha mãe é extremamente generosa. É africana, e em África a porta está sempre aberta para receber as pessoas. Também aprendi com eles que há tempo para tudo. E nunca contrariei as indicações deles. Já que me deixavam fazer quase tudo, se havia algo que não podia é porque ainda não tinha chegado o tempo para isso. Eles ensinaram-me sobretudo o sentido da responsabilidade", conclui.

Delirium

Em Julho de 1997, tinha Mónica 20 anos, arrancou o projecto Delirium. Estavam no auge bandas como os Excesso e os Milénio. O efeito Spice Girls ou N'Sync chegava finalmente a Portugal, ao mesmo tempo que os tops se vergavam à música "pimba". Todos sabiam que era coisa passageira, mas não fazia mal algum ao mundo. Até porque a indústria discográfica recebeu de repente o tão desejado prémio do crescimento. É certo que as Delirium eles estavam apenas mais uma girlsband que pouco podia acrescentar ao que já tantos faziam, mas Mónica encarou a questão como uma oportunidade e aceitou prontamente o convite feito por um amigo dela. Hoje, nove anos depois, nem Mónica sabe quantos discos venderam.

Jorge Gabriel e Lúcia Moniz apadrinharam o projecto, Melão coreografou as meninas. Mónica, que teve de fazer um teste de voz interpretando um tema de Whitney Houston, foi a primeira a ser contactada e aceite. Seguiram-se Carla, Vânia e Dani (que entretanto abandonou o grupo para tentar uma carreira a solo).

"Começámos por fazer playback, mas depois criámos o nosso próprio estilo", explica Mónica. Com algumas influências pop, dance e soul, as Delirium apresentaram-se pela primeira vez no Models. "Estava bastante gente: Imprensa, convidados. Fomos à pressa às Amoreiras escolher as roupas e nem sequer a maquilhagem ficou boa", relata Mónica. As coisas correles estavam bem, bastava apenas naquele momento que se fizessem à estrada. E foi o que fizeram. Além das inúmeras digressões pelo país, as Delirium actuaram em vários países como Canadá, Cabo Verde e Moçambique. Andaram no carro da Portugal Telecom durante o Euro 2004 com espectáculos todos os dias e até fizeles estavam alguns editoriais de moda bem sensuais. Exemplo de longevidade? Sem dúvida. Não é que o sucesso fosse estrondoso, era bem mais modesto do que isso, mas as Delirium tinham pelo menos a virtude de serem uma das poucas girlsband que soube se manter no mercado. Por força da energia, da criatividade e de uma ambição realista que lhe permitiu gerir com tranquilidade cada passo do seu sucesso. Para Mónica, esta foi a sua oportunidade para viver uma carreira musical, afinal de contas para realizar, e ser paga por isso, o sonho da menina que gostava de cantar e encantar os amigos e familiares, inventando "festivais da canção" e outras brincadeiras.

"Sempre fomos muito respeitadas pelo público", observa Mónica. " E talvez pudessemos ter tido mais sucesso se não fossemos mulheres africanas, negras ou mulatas. Creio que isso causou algum embaraço no início, sempre senti que houve qualquer coisa de complicado por isso", acrescenta. Racismo? "Parece estupidez, mas acho que sim. Portugal já foi muito racista, mas ainda não é assim tão tolerante como muitos defendem", responde Mónica.

Quinta das Celebridades

Para quem sofre claustrofobia, fechar-se três meses numa quinta, mesmo numa de celebridades e com vários hectares de terreno a perder de vista, foi uma façanha. Até porque, pior que do que estar confinado a um determinado espaço durante um certo período de tempo, foram as câmaras e a sensação de viver 24 horas por dia sob um olho orwelliano que a todos tudo mostrava. Ou quase. Sim, "por que a produção da Endemol não mostrou tudo. Mostrava os conflitos, mas não as razões. Mas não é isso que faz parte do jogo?

"Na verdade, não queria participar na 'Quinta das Celebridades'. Vi cenas do formato inglês e achei muito parecido com o 'Big Brother'. Não queria estar envolvida naquele ambiente de brigas e namoricos. Mas a TVI insistiu e garantiu-me que o programa ia ser muito diferente". Mónica hesitou: "Receava estragar a minha imagem e desentender-me com alguém", acrescenta. Mas o cachet era tentador e Rubim, que nestas coisas é sempre o seu melhor conselheiro, disse-lhe que a participação era boa para a imagem dela e das Delirium. Mónica pediu autorização à editora, falou com as colegas da girlsband e acabou por aceitar. "As coisas foram decididas numa tarde na praia. Resolvi tudo por telemóvel", recorda. "Quando entrei, estava deprimida e com medo. Não conseguia dormir e passava a vida a pensar no que raio estava ali a fazer". A angústia durou uma semana. A princípio sentiu o peso das câmaras, mas depois quase que se esqueceu. "Pode-se fingir um bocado, actuar em frente das câmaras, mas não durante três meses. É impossível", observa.

Amar Perdidamente

Para alguns pode ter sido patético, para outros foi no mínimo comovedor ver Rubim Fonseca todos os Domingos, nos directos da "Quinta das Celebridades", a fazer declarações de amor a Mónica perante as câmaras e o país. É evidente que não deve ter sido uma situação confortável, e nisso Júlia Pinheiro é implacável, quando se trata de animar audiências, mas Rubim assumiu a missão com coragem e lá esteve nos estúdios da Endemol, semana após semana, para apoiar aquela que diz ser o amor da sua vida. Enquanto lá dentro Mónica tentava escapar às intrigas e aos ataques directos feitos por José Castelo Branco, cá fora, Rubim foi com efeito o agente que qualquer artista sonha ter: desdobrou-se em entrevistas, fez o melhor que soube e pôde para promover e apoiar Mónica durante aqueles três meses de separação.

E continua a fazê-lo com inteligência e paixão, mostrando ser acima de tudo um grande amigo de Mónica. Manequim de sucesso, com uma carreira internacional desde 1995, Rubim tem estado nos últimos tempos mais na rectaguarda, ligado à organização de eventos de moda. Conheceu a cantora e manequim há oito anos na Moda Lisboa. eles estavam colegas da mesma agência, a Central Models, e Rubim ficou siderado mal a viu. Quer dizer, não foi amor à primeira vista, mas não ficou indiferente à beleza estonteante de Mónica, tanto mais que ela era, e é, como sublinha hoje, exactamente o tipo de mulher que o paralisa. "Ela agradou-me imenso pois era uma mulher extremamente sensual", recorda Rubim.

Foram cruzando-se em castings, o "olá" passou a conversa e os olhares passaram a fazer curto-circuito. Beijaram-se pela primeira vez em casa de um amigo de Rubim, após um jantar da Central Models. "Ele pôs uma música romântica e agarrou-se a mim. Começámos a dançar e depois...deu-me um beijo", relata Mónica, com um sorriso sonhador. "Ele era areia a mais para a minha carroça. Era mais velho, e naquela altura notava-se ainda mais. Achava-o lindo, todo pintas e muito culto. Viajava muito, sabia falar várias línguas e tocar vários instrumentos musicais. Para mim, aquilo era cultura a mais. Era demais para mim. Até sabia cozinhar", brinca Mónica.

Andaram juntos algum tempo e Mónica apaixonou-se, mas cheia de medos. Tinha razões para isso. Em média, Rubim passava oito meses fora do país e, claro, Mónica era demasiado nova para ele, nem ele podia prender-se assim, enquanto pisava os principais palcos de moda do mundo e ambos tinham ainda tanto para viver. "Era difícil para mim manter uma relação séria naquela época e não queria magoá-la. Acabei por lho dizer, mas não foi uma decisão fácil", explica Rubim. "Custou-me muito vê-lo ir-se embora, pois gostava muito dele", diz Mónica. Mas os dados estavam lançados e lá os dois seguiram a sua vida com rumos e namorados diferentes.

Foram necessários sete anos para se juntarem de novo. Rubim estava de volta a Portugal e, numa noite, alguém que lhe falou que tinha ido ao espectáculo da Mónica, leia-se Delirium. Ao ouvir o nome dela, Rubim diz ter sentido de repente um clique e ficou com uma vontade desmesurada em revê-la. De imediato, de modo impulsivo, procurou na agenda o número dela e tentou falar-lhe, mas Mónica tinha o telemóvel desligado. Esgotado o ímpeto do momento, Rubim só voltou a tentar uma semana depois. Mas desta feita com sucesso. Convidou-a para um café e Mónica aceitou. A princípio, sentiram-se pouco à vontade. Depois, o gelo começou a derreter-se com o calor das memórias e o clima desanuviou-se. Foram jantar e depois dançar. Quizomba, imagine-se, cadência africana que obriga os corpos a ficarem bem juntinhos. Rubim diz que teve de fazer um esforço tremendo para não se declarar ali mesmo. Mas resistiu. Terminaram a noite a conversar. No dia seguinte, repetiram a dose e aí já não houve nem quizombas nem reticências. Beijaram-se como da primeira vez. "Que saudades eu tinha do teu cheiro", sussurrou-lhe Mónica.

Soa a romance de cordel, mas não deixa por isso de ser romântico. E é disso que se trata a história desta relação. De resto, é com esta paixão e abundância de detalhes que os dois contam a história. Enlevados, embriagados um do outro, hoje que passam os dias juntos e gerem em conjunto a vida emocional e profissional.

Casaram na Póvoa do Lanhoso, no dia 16 de Junho de 2007, debaixo de chuva, numa cerimónia seguida de perto por dezenas de fotógrafos.

Que Deus a Acompanhe!

Mónica é crente e fala disso com orgulho: fez a primeira comunhão, o crisma e participou em vários actos de caridade ao serviço da Igreja, como estar com idosos. Dar-lhes de comer, conversar, abraçá-los. Aliás, é por isso mesmo que diz tudo fazer para ajudar os outros. "É estranho, mas não consigo negar dinheiro a quem mo pede na rua. Se não dou, fico com remorsos", revela. "E o mais curioso é que depois de fazer algo de bom a favor de alguém, acontece igualmente algo de bom na minha vida". É a mão providencial de Deus? "Já tive muitras provas da existência Dele e tenho a certeza que Ele me acompanha no dia a dia", explica Mónica. É uma questão de fé, mas tem sido justamente em nome dela que Mónica, uma sex symbol que faz os delírios de muitas revistas masculinas, ainda em o hábito de se confessar. Quer dizer, de vez em quando. "Até porque não tenho grandes pecados", justifica. Quando vai à Igreja, e fá-lo com alguma frequência sempre em momentos em que a casa de Deus não tem muita afluência, acende sempre uma vela para a família e faz as suas orações.

Parece estranho? Para Mónica não é. Já foi inclusive várias vezes a Fátima. E adorava conhecer o Vaticano. Agora, uma coisa é a fé, outra a realidade. Pedofilia e homossexualidade entre padres? Celibato? Masculinização total dos cargos de chefia da Igreja? Proibição do uso do preservativo? "Essa notícias e todas essas questões não alteles estavam em nada o meu relacionamento com a Igreja", defende Mónica. "Os padres devem ter plena consciência sobre aquilo que representam e o papel que desempenham na sociedade. É uma questão de vocação e respeito pelas regras", afirma Mónica. "É claro que o celibato não devia ser condição para que um homem seja padre. É claro que toda a gente devia usar preservativos. Há o problema da Sida, há o princípio do planeamento familiar. É uma questão de saúde. E é claro que não vejo por que razão as mulheres não podem ser padres. Elas ocupam com competência todos os cargos. Por que teriam dificuldade em ocupar este? Penso, aliás, que seria bem interessante se a Igreja abrisse o sacerdócio às mulheres".

Alguém ouvirá o repto? Se calhar, terá de explicar primeiro essa coisa de ser objecto de desejo, de expôr o corpo para vender marcas e produtos. Não é também uma forma de vender o corpo? Não é isso um pecado? "É trabalho. Desde que seja feito com profissionalismo e bom gosto", afirma Mónica. "É uma falsa questão. Não há nada de errado com isso. Desde que me sinta bem comigo própria, não vejo qual é o mal. Além disso, como disse, é trabalho. Desde os 15 anos que pago as minhas contas. Nunca vivi às custas dos meus pais. Pelo contrário, se fosse preciso até os ajudava. Foi assim que comprei o meu carro (um Seat Ibiza a gasóleo) e a minha casa", conclui.

Aí está, trabalho. Trabalho no duro, que as coisas não caem do céu, mesmo quando se nasce quase perfeito. Aliás, nisso Mónica foi uma sortuda. Nasceu com as medidas certas, embora desse jeito ser um pouco mais alta. Mede 1, 70 metros, pesa 51 quilos e tem as medidas 86-62-88. Qual é o segredo? "Ginástica, tentar comer bem, ou seja, comer de tudo mas não abusar e nas horas certas", explica Rubim, que além de namorado é também o personal trainner de Mónica. "Durante o dia tem uma alimentação normal privilegiando os hidratos de carbono. Ao fim da tarde, começa uma dieta à base de proteínas e vegetais".

"Cada pessoa deve programar a alimentação de acordo com o seu estilo de vida", afirma Mónica, por seu lado. "As pessoas menos activas devem comer menos porque gastam menos energia. Mas há duas regras de ouro: não comer fritos ou enchidos e beber muita água". De resto, Mónica não é apologista de dietas radicais. "As pessoas devem preocupar-se com a saúde e não com o espelho", comenta. E é isso que ela tem feito. Daí o seu interesse particular pelo desporto. Benfiquista e mulher de armas, ou não fosse ela adepta de kick boxing, Mónica pratica quase todas as modalidades, incluindo squash, ski, street hockey e futebol. O único desafio que não lhe agrada são as alturas. E os espaço fechados. Com efeito, a cantora sofre de claustrofobia e andar de avião ou de elevador são coisas pouco pacíficas para ela. Ainda assim, visitou já alguns países, com as Delirium ou a título pessoal, como os Estados Unidos e Brasil. Por visitar estão as ilhas gregas, a Polinésia francesa e a Tailândia, embora a Ásia tenha agora de esperar.

É assim Mónica Sofia, nativa de Caranguejo e uma pessoa de gostos ecléticos. Adorou ler o "Equador" de Miguel Sousa Tavares, se bem que o livro preferido continue a ser "O Alquimista" de Paulo Coelho. No cinema, depois de "Dirty Dancing", ou não fosse ela uma bailarina exímia, o "G I Jane", com Demi Moore. "Gostava de ir à tropa e isso diz tudo. Não sou tão delicada quanto pareço", justifica ela. Na pintura, Salvador Dali, porque sim. E na moda, dois estilistas, aliás, três: Dolce e Gabanna e Fátima Lopes. "Adoro tudo o que ela faz. É sensual e cai sempre bem", comenta. Quanto a manequins, nunca escondeu um certo apreço pela top model brasileira Gisele Bundchen, mas a de eleição continua a ser Yasmin.

Quanto a carros, que adora para compensar a sua fobia de voo, conduz um Seat Ibiza a gasóleo, mas tem uma paixão pelo Audi Allroad. Um todo o terreno de alto nível que a leve pelo mundo fora. Quem sabe se até África, "esse continente mágico onde há sempre alegria mesmo quando as pessoas passam fome e lidam com outras intempéries da vida", como diz Mónica. "É um continente de sentimentos bons, de alegria e ritmo".



• Trabalhou como modelo profissional em Lisboa, , Lisboa, Portugal. Dirige com o conjuge, uma escola de manequins:



• Foto do casamento: a 16 Jun 2008,.



• Artigo na Imprensa / Notícia: capa do 1º número da Playboy portuguesa, a 28 Mar 2009,. "Mónica Sofia, modelo, ex-Dellirium e ex-Big Brother, é a capa da primeira edição da Playboy em Portugal. A mais famosa revista em todo o mundo chegou ao nosso país e na edição de estreia, nada melhor do que a nossa manequim para representar as coelhinhas portuguesas. "



• Foto casal: 19 Jun 2009. Mónica estava aqui grávida de 5 meses (uma menina)


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Mónica casou com Ariel Rubin Martins da FONSECA, ® a 16 Jun 2007 em Lisboa, , Lisboa, Portugal. (Ariel Rubin Martins da FONSECA, ® nasceu a 5 Mar 1973 em Luanda, , Luanda, Angola.)


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Fontes


1 Pesquisa genealógica, Família Barbosa do Fogo; Ramo Macedo Barbosa. clique aqui.

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