Inocêncio Peres Noronha GALVÃO, ®

 

Relações da família

Cônjuges/Filhos:
1. Maria Januária LOPES, ®

Inocêncio Peres Noronha GALVÃO, ®

  • Nascimento: Portugal
  • Companheiros (1): Maria Januária LOPES, ®
  • Óbito: †
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Símbolo  Eventos de relevo na sua vida:

• O que se conta desta pessoa. Em Janeiro de 1922, o Cónego Inocêncio Peres Noronha Galvão, insigne polemista, substitui o Dr. Almeida Correia no cargo de Director do semanário "Jornal da Beira"*. No seu mandato (5 de Outubro de 1923), "Jornal da Beira", com o decisivo apoio de D. António Alves Ferreira, então bispo de Viseu, passou da Rua 5 de Outubro (Círculo Católico) para a Rua Nunes de Carvalho, onde ainda presentemente se encontra.

Durante cerca de dois anos (1934-1936), o Cónego Galvão reparte a responsabilidade de direcção com o ilustrado escritor, conferencista e historiador Dr. Alexandre de Lucena e Vale.

Decorrendo a Primavera de 1921, travou-se na imprensa de Viseu renhida polémica sôbre a etimologia e grafia do nome da cidade. O Estudante de Latim que no "Jornal da Beira" tomou parte no pleito foi o seu saüdoso director Cónego Inocêncio de Noronha Galvão. Procurou demonstrar que seria possível a transformação fonética de Vicellus em Viseu, e que, portanto, era de admitir a etimologia e grafia propostas pelo primeiro. E dava como exemplo as palavras cisne, viso-rei e visconde.

O Cónego Inocêncio Peres Noronha Galvão faleceu em 19 de Dezembro de 1937.

Em 9 de Janeiro de 1921, começou a publicar-se, na cidade de Viseu, o semanário "Jornal da Beira", como sucessor de "Defesa Social".
Contudo, Diocese de Viseu tem jornal próprio desde que, em 1 de Dezembro de 1901, governando a Diocese D. José Dias Correia de Carvalho (1883/1911), esta entidade adquiriu, por compra, o jornal "A Folha", ao tempo órgão do Partido Progressista. Este jornal havia surgido, pela primeira vez, em 4 de Abril de 1889. A sua sede foi, sucessivamente, em dois prédios da Rua Nova, depois, em Cima de Vila, Rua 5 de Outubro e Rua Nunes de Carvalho.

Depois da mudança de proprietário, o jornal continuou com o mesmo nome, agora sob a direcção do insigne jornalista Pe. José de Almeida e Silva, natural da freguesia de Pindo, no concelho de Penalva do Castelo.

Com a advento da República (1910), processo liderado, como é sabido, pelas lojas maçónicas, começaram os dias de Calvário do jornal diocesano. Mas, proibido pelo Governador Civil de Viseu, na semana seguinte surgia nas bancas novo jornal. E nem o assalto à tipografia (própria) e consequente destruição do pobre equipamento o fizeram calar, nem arrefecer o ânimo dos responsáveis. Assim, em 1911, conheceu três títulos diferentes. Mas eram os mesmos colaboradores, a mesma tipografia, a mesma sede (então, o Círculo Católico, actual Casa de Retiros, na Estrada de Mangualde, hoje, Rua 5 de Outubro). Assim, o jornal diocesano chamou-se, sucessivamente, "A Folha" (1901-1911), "Folha de Viseu" (1911), "Correio da Beira" (1911-1919), "Defesa Social" (1919-1920) e "Jornal da Beira" (este, desde 1921 até ao presente, sem interrupção).

Texto publicado em sítio genealógico sob administração de Gilda Maria Almada Dias


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Inocêncio teve uma relação com Maria Januária LOPES, ®, filha de Hermógenes LOPES DA SILVA e Januária Clara Jacinta SOARES. (Maria Januária LOPES, ® nasceu em 1864 e faleceu em †.)


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