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Manuel Perez do SACRAMENTO MONTEIRO
(1862-1931)
Ernestina do SACRAMENTO MONTEIRO
(1861-)
Artur Ernesto de CASTRO SOROMENHO ®
(1878-1944)
Stella Fernançole de Leça MONTEIRO ®
(1884-1964)

Fernando Monteiro de CASTRO SOROMENHO ®
(1910-1968)

 

Relações da família

Fernando Monteiro de CASTRO SOROMENHO ®

  • Nascimento: 31 Jan 1910, Chinde, , Zambézia, Mozambique
  • Óbito: 18 Jun 1968, São Paulo, , São Paulo, Brazil com 58 anos de idade
  • Sepult.: São Paulo, , São Paulo, Brazil

Símbolo   A causa do óbito de da sua/do seu foi derrame cerebral.

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Símbolo  Notas sobre o óbito:

no hospital da Beneficência Portuguesa

Símbolo  Notas sobre o funeral / cemitério:

É enterrado no Cemitério do Tremembé

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Símbolo  Eventos de relevo na sua vida:

• Nota biográfica: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fernando Monteiro de Castro Soromenho (Chinde, 31 de Janeiro de 1910 '96 São Paulo, 18 de Junho de 1968) foi um jornalista, ficcionista e etnólogo moçambicano. É considerado um escritor do movimento neo-realista português e igualmente um romancista da literatura angolana.[1]
Castro Soromenho nasceu em Moçambique e foi com um ano de idade para Angola. Era filho de Artur Ernesto de Castro Soromenho, governador de Lunda, e de Stela Fernançole de Leça Monteiro, natural do Porto e de família cabo-verdiana. Entre 1916 e 1925 estudou em Lisboa o ensino primário e liceal. Regressou a Angola onde trabalhou para a Companhia de diamantes de Angola e, em seguida, entrou para o quadro administrativo de Angola, na categoria de aspirante, servindo nos sertões do leste da colônia. Posteriormente, torna-se redactor do jornal Diário de Luanda. Em 1937, regressa a Lisboa, colaborando em diversos jornais como: semanário Humanidade do jornal Diário Popular, A Noite, Jornal da Tarde, O Século, Seara Nova, O Diabo, O Primeiro de Janeiro e Dom Casmurro. Encontra-se colaboração jornalística da sua autoria numa crónica sobre os "exploradores portugueses em África", nº 12 do semanário Mundo Literário [2] (1946'961948).
Em 1949, casou-se com Mercedes de la Cuesta na Argentina. Em virtude de fazer críticas ao regime salazarista, foi obrigado a ir para o exílio em França em 1960. Mais tarde foi para os Estados Unidos da América onde foi professor na Universidade do Wisconsin e ministrou o curso de literatura portuguesa. Regressou à França em agosto de 1961 e colaborou com as revistas Présence Africane e Révolution. Em dezembro de 1965, foi viver para o Brasil onde faleceu. No Brasil, regeu cursos na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São de Paulo e na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara.
Dedicou-se também ao estudo da etnografia angolana, tendo sido um dos fundadores do Centro de Estudos Africanos da Universidade de São Paulo.

• Nota biográfica: Biografia mais completa. aqui: BIOGRAFIA de CASTRO SEROMENHO


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